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quinta-feira, fevereiro 12, 2026
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Bacellar, presidente da Alerj, teria orientado TH Joias a destruir provas antes de prisão, aponta PF


Por Tempo Real RJ

Preso nesta quarta-feira (03), o presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), Rodrigo Bacellar (União Brasil), teria trocado mensagens com TH Joias (MDB) antes da operação que terminou com a prisão do deputado estadual em setembro, apontam as investigações da Polícia Federal. Ele teria orientado TH a destruir provas. A informação é do jornalista Octavio Guedes, do portal “g1”.

A investigação indica que o Thiego Raimundo dos Santos, o TH, organizou uma mudança de residência antes da operação que o prendeu e que Bacellar estava ciente disso. No telefone do deputado preso em setembro, os agentes encontraram um vídeo enviado por TH à Bacellar. Na mensagem, ele perguntava ao presidente da Alerj se poderia guardar alguns pertences.

Na conversa, Bacellar responde: “Deixa isso, tá doido? Larga isso aí, seu doido”. As mensagens constam no telefone novo de TH Joias, que trocou de dispositivo mas não apagou a correspondência com o presidente da Alerj. O conteúdo encontrado no aparelho indica que Thiego contratou um caminhão-baú para facilitar a retirada de itens de sua casa e a destruição de provas.

No dia 3 de setembro, quando foi preso, TH não foi encontrado em casa. Agentes o localizaram em um endereço na Barra da Tijuca — o que indica que o deputado pode ter obtido informações e tentado fugir da operação.

Bacellar, presidente da Alerj, teria orientado TH Joias a destruir provas antes de prisão, aponta PF
Rodrigo Bacellar e TH Joias.

PF apura como Bacellar obteve informações que vazou para TH Joias

O parlamentar do União Brasil foi preso na manhã desta quarta-feira (03) durante uma operação da PF que apura denúncias de vazamento de informações sigilosas referentes à operação que prendeu TH. Os policiais apuram como Bacellar teria obtido as informações que é acusado de vazar. No início da tarde, ele prestou depoimento à PF na sede fluminense da corporação.

Além da prisão, a ação cumpre oito mandados de busca e apreensão. Pelo menos dois deles são realizados em endereços ligados à Bacellar — agentes estiveram em seu gabinete, no oitavo andar do Palácio Tiradentes, e no imóvel onde mora, na Zona Sul do Rio.

Batizada “Operação Unha e Carne”, a ação é um desdobramento da Operação Zargun, que prendeu TH Joias. O deputado estadual é acusado de tráfico internacional de drogas, corrupção, lavagem de dinheiro e fornecimento de armas à facção criminosa Comando Vermelho (CV).





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