BlackRock ganha mais dinheiro com ETF de Bitcoin que com do S&P 500, diz fonte


Em uma análise do Bloomberg Terminal em sua conta no X na quarta-feira (2), o perfil do trader CryptoRover analisou novos dados de produtos promissores ao mercado cripto. Isso porque, a gigante gestora BlackRock estaria ganhando mais dinheiro com seu ETF de Bitcoin do que com o produto vinculado ao S&P 500.

O iShares Bitcoin Trust ETF (IBIT) é o produto da gestora que rastreia o índice de preço disponibilizado pela CME. Além disso, tem uma parceria com a Coinbase para custódia dos ativos.

Nos últimos meses, o mercado tem acompanhado com atenção as frequentes compras de bitcoin realizadas pela BlackRock, como lastro do seu ETF. Com menos vendas que aquisições, tudo indica que o produto tem se despontado como um dos melhores dos últimos meses.

“O $IBIT ETF oficialmente gera mais dinheiro para a BlackRock que o seu ETF S&P500.”

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Muito além do S&P 500, ETF de bitcoin da BlackRock tem deixado vários ativos tradicionais para trás

Enquanto o preço do bitcoin no mercado a vista segue operando na faixa de 109 mil dólares nesta quinta-feira (3), o ativo desponta como um dos melhores do mundo e com um dos maiores retornos de rentabilidade no consolidado do ano.

Tal otimismo tem refletido até no ETF da BlackRock que rastreia o preço do bitcoin. De acordo com o analista de ETFs da Bloomberg, Eric Balchunas, o $IBIT se tornou no final de junho de 2025 o quarto ativo com mais fluxos de mercado acumulados neste ano.

Ao se comparar um período maior, de 3 anos, o $IBIT se tornou o 5º maior, mesmo com sua criação se dando em apenas um ano e meio.

“O IBIT assumiu a 4ª posição na tabela de fluxos acumulados no ano, ultrapassando o SPLG. O que também é surpreendente é que o IBIT está em 5º lugar em fluxos de 3 anos (apesar de estar ativo há apenas 1,5 ano).”

Sucesso dos ETFs e do mercado a vista, bitcoin entra em julho operando em alta

Em apenas três dias de operações, o preço do bitcoin já registrou uma alta de 2,05% desde a terça-feira (1), alcançando a cotação de US$ 109,3 mil nesta quinta.

Considerado o primeiro mês do segundo semestre, julho tem sido um mês de alta na maior parte dos últimos anos. Desde 2011, por exemplo, o bitcoin fechou o período em queda em apenas cinco oportunidades, com a alta no mercado ocorrendo em outros nove anos.

Se confirmado um novo mês de alta, 2025 será o décimo ano em que julho fecha com ganhos, mostrando um período promissor para aportes.





Fonte: Livecoins

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