Colombianas que morreram na queda de helicóptero eram avó, mãe e filha


Em nota divulgada no Instagram, o Sistema Alerta Rio informou que as três turistas colombianas da mesma família que morreram na queda de um helicóptero, na manhã deste sábado (8) no Rio, eram avó, mãe e filha. O piloto da aeronave também não resistiu ao acidente. O ponto da queda fica em uma área de mata íngreme, de difícil acesso.

As vítimas faziam um passeio panorâmico na modalidade “doors off”, em que o helicóptero voa sem as portas.

O passeio foi contratado com a empresa Voos Rio Panorâmico (VRP). Segundo o comprovante de pagamento, as turistas desembolsaram R$ 2.550 pelo voo.

A duração aproximada seria de 20 minutos e incluía o sobrevoo de pontos turísticos da cidade, entre eles a Floresta da Tijuca, a região onde ocorreu a queda.

A empresa oferece diferentes opções de voos panorâmicos pelo Rio de Janeiro, incluindo passeios que podem chegar a uma hora de duração e custar mais de R$ 1,3 mil por pessoa.

O helicóptero, modelo Robinson R44, de prefixo PP-MFS, caiu em área de mata fechada e de difícil acesso.

As circunstâncias e as causas da queda serão investigadas.

Família estava no Rio para festa de 15 anos

Segundo apurou o g1, a família colombiana havia chegado ao Brasil na segunda-feira (3) para comemorar os 15 anos de Laura Manrique. Durante a viagem, o grupo visitou pontos turísticos do Rio de Janeiro, como Cristo Redentor, Pão de Açúcar, Copacabana, Lapa e Escadaria Selarón, além de passar por Búzios, na Região dos Lagos.

As seis pessoas da família planejavam fazer o passeio de helicóptero juntas, mas foram divididas em dois voos, com três passageiros em cada aeronave. Rocio Cubillos, Wendy Manrique e Sofia Murillo embarcaram primeiro, enquanto Victor Manrique, Daniela Castañeda e Laura permaneceram no hangar aguardando o segundo voo.

Em entrevista ao RJ2, da TV Globo, Victor relatou que os três familiares esperaram mais de meia hora pelo retorno das mulheres e procuraram funcionários da empresa. Eles teriam sido informados de que o piloto havia comunicado a necessidade de fazer um pouso forçado. Victor relatou ainda que a família não recebeu uma comunicação oficial sobre a queda e soube do acidente pela internet.

Após a tragédia, Victor publicou fotos da viagem e uma homenagem às três vítimas. “A última viagem de metade da minha família”, escreveu.

*Com informações da Agência Brasil





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