Como uma dose de MDMA transformou supremacista branco

Pesquisadores investigam se droga poderia ajudar pessoas que já estão dispostas a reconsiderar ideologias violentas em favor de uma nova forma de ver as coisas

Em fevereiro de 2020, Harriet de Wit, professora de psiquiatria e ciências do comportamento da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, estava conduzindo um experimento para descobrir se a droga MDMA torna as relações sociais mais agradáveis em voluntários saudáveis.

O dia corria como uma terça-feira qualquer, até que seu assistente de pesquisa, Mike Bremmer, surgiu na porta do escritório da professora com um olhar preocupado no rosto.

O último participante do teste duplo cego era um homem chamado Brendan. Ele havia respondido um questionário padrão depois do exame.

Mas, estranhamente, no final do formulário, Brendan escreveu, em letras garrafais, o seguinte: “Esta experiência me ajudou a resolver uma questão pessoal que me consumia. Pesquise meu nome no Google. Agora, sei o que preciso fazer”.

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