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quinta-feira, fevereiro 12, 2026
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Cuba defende direito ao comércio após Trump ameaçar corte no envio de petróleo venezuelano


Por Brasil de Fato

O ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, rebateu, neste domingo (11), as acusações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que o país recebe combustível em troca de ‘serviços de segurança’ prestados pela ilha aos presidentes venezuelanos.

Rodriguez acrescentou o direito do país caribenho de importar combustível de mercados dispostos a comercializar, sem que haja interferências unilaterais por parte dos Estados Unidos. “Diferente dos Estados Unidos, não temos um governo que se preste ao mercenarismo, à chantagem ou à coerção militar contra outros Estados”, escreveu.

A postagem é uma resposta a um novo ataque de Trump, feito horas antes, também pelas redes sociais, em que afirma que a “Venezuela agora tem os Estados Unidos para protegê-la”, em referência aos combatentes cubanos mortos durante o ataque de 3 janeiro, que levou ao sequestro do presidente venezuelano Nicolás Maduro e da primeira-dama Cilia Flores.

No mesmo texto, o presidente dos Estados Unidos relacionou a presença de serviços de segurança como contrapartida ao fornecimento de combustível e declarou que deve cortar essa oferta ao país caribenho. “Sugiro fortemente que faça, um acordo, antes que seja tarde demais”, escreveu o estadunidense.

Também pela plataforma X, o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, classificou o comentário de Trump como “histérico”. “Cuba não agride, é agredida há 66 anos pelos EUA e não ameaça, se prepara, disposta a defender sua a Pátria até a última gota de sangue”, acrescentou.

O presidente cubano disse ainda que as “severas carências econômicas” são consequências diretas das “medidas draconianas de asfixia extrema que os EUA” aplicam à Cuba “há seis décadas” por não concordarem com o regime político escolhido pelos cubanos.

Após a invasão à Venezuela nos primeiros dias de janeiro, Trump declarou que os Estados Unidos serão o responsável por gerenciar a produção de petróleo da nação bolivariana.





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