O ano de 2026 se aproxima e com ele teremos a possibilidade de reescrever as nossas histórias, ajustar as nossas rotas e refazer os nossos caminhos para além das nossas diferenças. Como bem gosto de pontuar, é a diferença que nos une e fortalece. A semelhança é encontro, a diferença é a novidade.
Diante de tantas questões que perpassaram sobre as nossas lutas e resistências cotidianas, preciso sublinhar que a defesa e a promoção da diversidade, da equidade, da tolerância, da fé e esperança são imprescindíveis para a garantia da nossa liberdade mesmo na diferença.
Assim, desejo para 2026 que a diversidade possa ser a base que nos une enquanto pessoas de diferentes lugares fé e crenças.
Que a equidade, justa e imparcial, possa ser verbo de ação dentro e fora dos espaços públicos, sociais, culturais e espirituais. Pois não existe diversidade sem equidade.
Que a tolerância seja uma constância presente cotidianamente nos nossos encontros pessoas, sociais e familiares independente das nossas divergências, escolhas, posicionamentos e religiosidade. Pois não existe tolerância sem a prática da equidade.
Que a fé e esperança possam inundar os nossos dias e nos levar a encontros e encruzilhadas orientadas pelas nossas espiritualidades. Pois não existe tolerância sem fé e esperança.
Que não tenhamos medo de lutar e caminhar juntos/as em 2026.




