A edição número 16 da Revista Liberta está liberada hoje para assinantes, mas também os não-assinantes poderão ter acesso a parte do conteúdo da publicação. O principal tema é a expectativa em torno dos grandes temas que serão tratados em 2026, especialmente as eleições.
Os articulistas da revista trazem diferentes abordagens sobre o que esperar dos próximos meses. No artigo “Prognósticos (alvissareiros) para o eletrizante ano que se aproxima” Luís Costa Pinto mostra que é possível esperar boas notícias na política:
“O extenso calendário político de 2026, ano em que teremos eleições gerais mais uma vez (será a 9ª desde a promulgação da Constituição de 1988), começa formalmente na 5ª feira, 8 de janeiro. A data assinalará o aniversário de três anos da Democracia e da maturidade institucional brasileira contra as iniquidades e as boçalidades da extrema direita e de seus satélites aderentes ao bolsonarismo, que havia sido derrotado nas urnas em 2022.
As equipes de marketing e de ação política do Palácio do Planalto e do Partido dos Trabalhadores irão se unir em atos simbólicos em Brasília e nas redes sociais para marcar o aniversário do golpe de Estado dado e derrotado (e já investigado, julgado e sentenciado pelo Supremo Tribunal Federal) com pronunciamentos duros, mensagens estruturadas e ao menos um ato prático: a divulgação do veto presidencial integral ao famigerado PL da Dosimetria.
Depois do Carnaval, entre fevereiro e março, o Congresso Nacional deverá se reunir para derrubar o veto, mas aí a agenda eleitoral terá caminhado algumas casas e, talvez, a derrubada do veto não seja favas contadas como é hoje.(…)”

Essa edição de Ano Novo tem ainda a participação de Juca Kfouri, Jamil Chade, Chico Alves, Marcia Tiburi, Adriana Ferreira Silva, Leonardo Boff, Manoela Miklos, João Cezar de Castro Rocha, Sensacionalista e charge de Enio.
Tudo embalado em mais uma capa saída do traço genial de Aroeira.




