spot_imgspot_img
25.3 C
Manaus
sexta-feira, fevereiro 13, 2026
spot_imgspot_img

Empresas vão à Justiça contra tarifas de Trump


ouça este conteúdo

00:00 / 00:00

1x

Um grupo de cinco empresas norte-americanas que importam produtos de países alvos do tarifaço do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, entrou com ação judicial na segunda-feira (14) para bloquear a aplicação das chamadas “tarifas recíprocas“. As empresas argumentam que Trump ultrapassou a sua autoridade com o pacote.

As empresas são representadas pelo grupo Liberty Justice Center. A ação foi movida no Tribunal de Comércio Internacional dos EUA.

“Nenhuma pessoa deveria ter o poder de impor impostos que têm consequências econômicas globais tão vastas”, disse Jeffrey Schwab, conselheiro sênior do Liberty Justice Center, em nota. “A Constituição dá o poder de definir taxas — incluindo tarifas — ao Congresso, não ao Presidente”, completou.

O governo Trump enfrenta outra ação, semelhante a essa, no tribunal federal da Flórida. Neste caso, um pequeno empresário pediu a um juiz para bloquear as tarifas impostas à China.

ONU pede revogação de tarifas de Trump a países pobres

A agência de Comércio e Desenvolvimento da ONU (UNCTAD) também solicitou ao governo Trump ontem que exclua os países mais pobres das tarifas recíprocas, alegando que o tarifaço “teria um impacto mínimo nos objetivos da política comercial dos Estados Unidos”, caso o republicano revogue a medida a essas nações.

Cálculos da ONU mostram que, para 36 dos 57 parceiros comerciais ameaçados com tarifas acima de 10%, a aplicação das sobretaxas gerariam menos de 1% das receitas tarifárias atuais dos EUA.

Além disso, a UNCTAD apontou que vários dos 57 parceiros comerciais exportam commodities agrícolas que não são produzidas nos EUA — e para as quais há poucos substitutos. Entre os exemplos citados, estão a baunilha de Madagascar e o cacau da Costa do Marfim e Gana.

Portanto, aumentar as tarifas sobre esses produtos, segundo a agência da ONU, embora gere alguma receita, “provavelmente resultará em preços mais altos para os consumidores”.

Na sexta-feira passada (11), Trump concedeu um alívio tarifário temporário no tarifaço para produtos tecnológicos, como smartphones, computadores e outros aparelhos eletrônicos. As isenções se aplicam em particular aos dispositivos eletrônicos importados da China, cujos produtos são tarifados em 145% em sua entrada nos EUA.

Diante do recuo momentâneo de Trump, a UNCTAD disse que a pausa ofereceu um “momento crítico para considerar a isenção” de economias pequenas e vulneráveis e países menos desenvolvidos “de tarifas que oferecem pouca ou nenhuma vantagem para a política comercial dos EUA, enquanto potencialmente causam sérios danos econômicos no exterior”.

 





Fonte: ICL Notícias

Bet, a feia: Esportes da Sorte pede que artista de Olinda pare com uso de marca em sátira

Por Mariama Correia – Agência Pública  Quem mora em Olinda, Pernambuco, ou já...

Senador vai à PGR e pede afastamento de Toffoli do caso Master

O senador Alessandro Vieira...

TSE rejeita por unanimidade ação contra homenagem a Lula na Sapucaí

Por Isadora Albernaz (Folhapress) — O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) rejeitou, em decisão...
-Patrocinador-spot_img

Amazonas Repórter

Tudo

Criança morre atropelada por caminhão de lixo em Manaus

Alana Kamile Silva Ferreira, de seis anos, morreu atropelada por um caminhão de coleta de lixo (Reprodução) ...

Generais Heleno e Paulo Sérgio são presos e vão para o Comando Militar do Planalto

Por Cleber Lourenço O Exército confirmou ao ICL Notícias que os generais da...