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quinta-feira, fevereiro 12, 2026
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Entenda o que é o “out put“ de Trump


A retórica de Donald Trump vinha colocando dúvidas sobre os investidores. As bolsas globais acompanhavam a queda dos ativos norte-americanos, que amargavam com os ataques do presidente ao Federal Reserve (Fed) e em meio à crescente tensão comercial entre os Estados Unidos e a China.

Instituições financeiras, como o JPMorgan, viram crescer a probabilidade de uma recessão no país. Enquanto isso, os índices da bolsa de Nova York caíam fortemente.

O que também mexeu com a imagem da economia dos EUA foi a disparada dos títulos norte-americanos. Tidos como ativos de segurança, os Treasuries foram vendidos em massa após o tarifaço anunciado por Trump no começo de abril.

A saúde do mercado de títulos reflete a confiança que aquele país passa.

Mas após esses movimentos, Trump parece ter começado a recuar — o que já tem refletido no mercado — ao enfim ter encontrado seu out putum fator, um nível de queda da bolsa que levaria Trump a voltar atrás.

Guerra comercial

No dia 2 de abril, o presidente dos EUA anunciou tarifas “recíprocas” e abrangentes sobre os produtos de seus parceiros comerciais.

Na ocasião, foi aplicada uma tarifa de 34% sobre a China, que respondeu com outra de mesma magnitude. No caso dos EUA, considerando taxas que Trump já havia colocado em vigor anteriormente, a alíquota chegaria a 54%.

Os dois lados escalaram a situação até tecnicamente inviabilizar a conversa entre os dois lados. No momento, os EUA estão aplicando uma tarifa de 145% sobre a China, enquanto os chineses uma de 125%.

Na semana passada, Trump afirmou que estava em diálogo com a China, dizendo acreditar que os EUA fechariam um acordo com o país asiático.

Já na terça-feira (22), Trump disse que as tarifas não ficaram nada próximas do tual patamar de 145%, reiterando sua crença de que as partes fechariam um acordo positivo.

Fontes disseram à Reuters e ao Wall Street Journal que os EUA estariam avaliando reduzir tarifas da China à espera de negociação.

Federal Reserve

Outra sinalização de Trump que vinha incomodando os investidores era a de uma possível intervenção no banco central dos EUA, o Federal Reserve (Fed).

Mas de uma semana para outra, o presidente dos EUA mudou sua retórica de “se eu pedir, ele vai embora. […] Se eu quiser que ele saia, ele vai sair rapidinho” para “não tenho intenção de demitir” Jerome Powell, o chair do Fed.

Apesar de manter sua posição de que o BC dos EUA deveria derrubar os juros e agir mais rápido na suavização da política monetária, a flexibilização na retórica de Trump já foi suficiente para melhorar os ânimos no mercado.

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Fonte: CNN Brasil

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Amazonas Repórter

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