“Explosão” de estrela pode ser visível a olho nu essa semana


Uma nova estrela pode surgir no céu noturno essa semana. A T Coronae Borealis é capaz de aumentar seu brilho de forma repentina e intensa a cada mais ou menos 80 anos. Ao que tudo indica, a previsão atual para a repetição desse evento é esta quinta-feira (27) de março.

Embora as previsões indicassem que essa explosão ocorreria até setembro de 2024, seis meses se passaram sem sinais do evento. Mas isso mudou esse mês. Em março, a Corona Borealis começou a se tornar mais visível no céu noturno, aumentando as chances de que o fenômeno seja registrado.

Como essa estrela “explode”?

Também conhecida como “Estrela Flamejante”, T Coronae Borealis, ou simplesmente T CrB, é um sistema binário composto por uma anã branca, pequena e quente, e uma gigante vermelha, maior e mais fria. A anã branca é um cadáver estelar que ainda brilha – um corpo ultra-compacto, resultado do colapso gravitacional de uma estrela com massa semelhante à do Sol e que deixou de produzir energia em seu núcleo. 

Devido à sua alta densidade e proximidade, a anã branca absorve material da companheira, e essa matéria absorvida pode reativar a fusão nuclear em sua superfície. 

T Coronae Borealis (T CrB) está prestes a reaparecer no céu noturno da primavera, então esteja pronto para o caso de se tornar nova. Crédito da imagem: Laboratório de Imagens Conceituais do Goddard Space Flight Center da NASA)

Durante suas explosões de brilho, a transferência de material da gigante vermelha para a anã branca aumenta significativamente, consequentemente, a fusão nuclear na superfície também aumenta provocando sua expansão e um aumento substancial em seu brilho, alterando a magnitude do objeto de 10.0 para 2.0 – o que faz com que ele desponte como uma “nova estrela” temporária no céu.

Lembrando que esse evento não pode ser confundido com uma supernova, em que a estrela explode e destrói a original.

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Como observar a “explosão” de brilho da T Coronae Borealis?

Se a explosão ocorrer nesta quinta-feira (27), a T CrB poderá ser observada sem equipamentos especiais, ofuscando temporariamente as estrelas próximas. O sistema binário está posicionado entre Vega, no nordeste, e Arcturus, no leste – duas das estrelas mais brilhantes do céu.

Para facilitar a observação, uma dica é encontrar a constelação Ursa Maior e seguir o arco da alça até Arcturus, que brilha com um tom alaranjado. Em seguida, localize Vega, uma estrela azulada na constelação de Lyra. Corona Borealis fica entre elas, formando um semicírculo discreto de sete estrelas. A “Blaze Star” deverá surgir perto de Epsilon CrB, a quinta estrela mais luminosa da constelação.

Quer um jeito ainda mais fácil? Você pode usar aplicativos de orientação (como Star WalkStellarium ou SkySafari), que ajudam a localizar rapidamente qualquer objeto celeste.




Fonte: Olhar Digital

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