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quinta-feira, fevereiro 12, 2026
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Futuros de Wall Street recuam com foco em PMI e sucessão no Fed


Os índices futuros dos EUA operam em baixa nesta sexta-feira (23), após dois pregões consecutivos de alta. O movimento ocorre apesar da redução das tensões geopolíticas, após o presidente Donald Trump recuar de ameaças tarifárias contra países europeus contrários aos seus planos envolvendo a Groenlândia, fator que havia sustentado o apetite por risco nos dias anteriores.

No radar do mercado está a divulgação do Índice de Gerentes de Compras (PMI) dos EUA, em busca de sinais sobre o ritmo da atividade econômica, além dos dados de confiança do consumidor.

Também ganham atenção as possíveis mudanças no comando do Federal Reserve, após Trump indicar que anunciará em breve o sucessor de Jerome Powell.

No cenário internacional, o Banco do Japão manteve os juros após o aumento histórico de dezembro.

Já no noticiário corporativo, a temporada de balanços se aproxima do fim, com resultados de American Airlines e SLB, após números robustos da Netflix e projeções acima do esperado da Johnson & Johnson.

Brasil

Ibovespa alcançou novos recordes históricos na quinta-feira (22), impulsionado pelo forte ingresso de capital estrangeiro e por um ambiente externo relativamente estável. O principal índice da Bolsa brasileira encerrou o dia em alta de 2,20%, aos 175.589,35 pontos, o maior nível de fechamento já registrado, após superar sucessivamente as marcas de 172 mil a 176 mil pontos ao longo do pregão.

Na máxima intradiária, o índice chegou a 177.741,56 pontos, consolidando um avanço de quase 11 mil pontos desde a abertura da semana. O desempenho reforça a atratividade do mercado brasileiro para investidores estrangeiros, em um contexto de queda do dólar e recuo das taxas de juros futuras.

O real voltou a se valorizar, com o dólar comercial em baixa de 0,67%, cotado a R$ 5,284, enquanto os contratos de Depósitos Interfinanceiros (DIs) fecharam em queda ao longo de toda a curva.

Europa

As bolsas europeias operam mistas, com os investidores digerindo os acontecimentos no âmbito do Fórum Econômico Mundial de Davos (Suíça), incluindo o discurso contundente do presidente ucraniano Volodymyr Zelensky sobre o continente. Ele acusou a Europa de estar “perdida” enquanto tentava convencer Trump a “mudar” e apoiá-la, em vez de se unir para se defender.

STOXX 600: -0,07%
DAX (Alemanha): +0,01%
FTSE 100 (Reino Unido): +0,28%
CAC 40 (França): -0,08%
FTSE MIB (Itália): -0,52%

Estados Unidos

As ações da Intel despencaram 12% depois que a fabricante de chips divulgou uma previsão decepcionante para o primeiro trimestre.

Dow Jones Futuro: -0,06%
S&P 500 Futuro: -0,06%
Nasdaq Futuro: -0,19%

Ásia

As bolsas asiáticas acompanharam o desempenho de Wall Street na véspera, com os investidores também avaliando a decisão do Banco do Japão de manter as taxas de juros estáveis em 0,75%. Enquanto isso, o país se prepara para uma eleição na qual a primeira-ministra Sanae Takaichi, defensora de políticas monetárias expansionistas e apoio fiscal, enfrentará os eleitores pela primeira vez. Takaichi dissolveu a Câmara Baixa do Parlamento japonês na sexta-feira, e o país deverá realizar eleições antecipadas em 8 de fevereiro.

Shanghai SE (China), +0,33%
Nikkei (Japão): +0,29%
Hang Seng Index (Hong Kong): +0,45%
Nifty 50 (Índia): -0,94%
ASX 200 (Austrália): +0,13%

Petróleo

Os preços do petróleo sobem com a fraqueza do dólar e o apetite por risco contrariando as preocupações com o excesso de oferta.

Petróleo WTI, +0,94%, a US$ 59,92 o barril
Petróleo Brent, +0,91%, a US$ 64,64 o barril

Agenda

Nos EUA, saem os dados do PMI composto de janeiro e o índice de confiançado consumidor, também de janeiro.

Na zona do euro, também será divulgado hoje o PMI composto de janeiro.

Por aqui, no Brasil, o Conselho Monetário Nacional aprovou na quinta-feira alterações no estatuto e regulamento do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) para aperfeiçoar a governança do mecanismo e a proteção aos depositantes, conforme norma publicada pelo Banco Central. Em meio a liquidações de instituições financeiras pelo BC nos últimos meses, o ajuste inclui uma ampliação de suporte à transferência de controle ou de ativos e passivos de instituições que estejam em “situação conjuntural adversa”.

*Com informações do InfoMoney e Bloomberg





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