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O Ibovespa fechou a segunda-feira (21) com alta de 0,59%, aos 134.166,72 pontos, recuperando parte das perdas da semana anterior. O avanço foi puxado pelo salto de mais de 2% no minério de ferro, após o anúncio da construção da maior usina hidrelétrica do mundo na China e margens sólidas nas siderúrgicas locais.
O dólar, por sua vez, fechou com queda de 0,40%, aos R$ 5,5651. No ano, a divisa acumula baixa de 9,94%.
A Vale (VALE3) subiu 2,73%, a R$ 56,05, e puxou o índice, acompanhada por CSN Mineração (CMIN3), que avançou 4,76%, Gerdau (GGBR4) com alta de 3,17% e Usiminas (USIM5), com 2,30%.
Nos EUA, as bolsas também fecharam em alta, com expectativa positiva para novos acordos comerciais e uma semana de balanços das big techs.
No campo político, aumentaram as tensões entre Brasil e EUA: Washington anunciou restrições de visto a autoridades brasileiras, e aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro falam em novas sanções comerciais.
O ministro Fernando Haddad (Fazenda) sinalizou apoio a setores afetados e mantém aposta no diálogo, mas sem descartar retaliações.
A China, além de manter as taxas de empréstimo estáveis, indicou novos estímulos econômicos, o que reforçou o otimismo nos mercados globais.
Mercado externo
Os indicadores de Nova York fecharam mistos. Os índices S&P 500 e Nasdaq registraram recordes de fechamento nesta segunda-feira, impulsionados pela Alphabet e outras megacaps antes da divulgação de vários balanços corporativos nesta semana.
O Dow Jones caiu 0,043%, aos 44,323.07 pontos; o S&P 500 subiu 0,14%, aos 6,305.60 pontos; e o Nasdaq, +0,38%, aos 20,974.17 pontos.
Fonte: ICL Notícias




