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O Ibovespa encerrou a sexta-feira (25) em queda de 0,21%, aos 133.525 pontos, com investidores atentos à escalada das tensões comerciais entre Brasil e Estados Unidos. Apesar do recuo diário, o índice acumulou leve alta de 0,11% na semana. O volume financeiro ficou em R$ 12,3 bilhões.
As taxas dos DIs oscilaram pouco, em meio a um pregão de baixa liquidez. O IPCA-15 (prévia da inflação) de julho subiu 0,33%, levemente acima do esperado (0,30%), o que gerou reações limitadas nos juros futuros. A taxa do DI para 2028 subiu no fim do dia, acompanhando o fortalecimento do dólar, após notícias de que os EUA podem aplicar tarifa de 50% sobre produtos brasileiros já em agosto.
No câmbio, o dólar à vista avançou 0,74%, cotado a R$ 5,56. Ainda assim, acumulou queda de 0,45% na semana. A curva de juros continuou precificando, com 97% de probabilidade, a manutenção da taxa básica de juros, a Selic, em 15% na próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central.
Mercado externo
As bolsas de Nova York fecharam no campo positivo, com os investidores de olho nos balanços e repercutindo o encontro entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o Chairman do Fed (Federal Reserve, o banco central estadunidense), Jerome Powell.
Trump disse hoje que teve uma boa reunião com Powell, e que teve a impressão de que ele pode estar pronto para reduzir a taxa de juros. “Tivemos uma reunião muito boa… Acho que tivemos uma reunião muito boa sobre a taxa de juros”, disse Trump a repórteres.
O S&P 500 e o Nasdaq renovaram as máximas históricas no encerramento de hoje.
O Dow Jones subiu 0,47%, aos 44.901,92 pontos; o S&P 500, +0,40%, aos 6.388,64 pontos — no maior nível nominal; e o Nasdaq, +0,24%, aos 21.108,32 pontos — no maior nível nominal.
Fonte: ICL Notícias




