O Ibovespa voltou a bater recorde nesta quarta-feira (26), avançando 1,70% e fechando aos 158.554 pontos, na terceira sessão consecutiva de alta. Na máxima intradia, o índice chegou a 158.713 pontos, renovando o pico registrado em 11 de novembro. O dólar à vista recuou 0,78%, encerrando a R$ 5,3346.
Os indicadores econômicos tiveram pouco peso no pregão. O IPCA-15, prévia da inflação, subiu 0,20% em novembro, acima da projeção de 0,18%. Em 12 meses, o indicador acumula alta de 4,50%.
No cenário doméstico, investidores acompanharam declarações do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que reforçou que qualquer solução para os Correios exigirá um plano de reestruturação aprovado pelo Tesouro. Mais cedo, o presidente Lula sancionou a lei que amplia a isenção do Imposto de Renda para salários de até R$ 5 mil e cria taxação para altas rendas.
Entre as ações, Vale (VALE3) subiu quase 2%, negociada acima de R$ 66 e alcançando o maior valor desde dezembro de 2023, impulsionada pelo fluxo estrangeiro e pela alta do minério de ferro na China.
Mercado externo
Wall Street emendou o quarto dia seguido de fortes ganhos diante das apostas de que o Federal Reserve, o banco central estadunidense, pode cortar juros em dezembro. A ferramenta FedWatch indicava cerca de 85% de probabilidade de redução da taxa, enquanto a chance de manutenção subiu levemente. Com a falta de novos dados por causa do longo shutdown nos EUA, investidores concentraram atenções no Livro Bege.
O Dow Jones subiu 0,67%, aos 47.427,12 pontos; o S&P 500, +0,69%, aos 6.812,61 pontos; e o Nasdaq, +0,82%, aos 23.214,69 pontos.




