O Ibovespa encerrou o pregão desta terça-feira (25) com alta de 0,41%, aos 155.910 pontos, acumulando a segunda valorização seguida após um período de fortes quedas. O movimento ocorreu em sintonia com o exterior, enquanto o dólar recuou 0,35%, a R$ 5,376, acompanhando a melhora do real.
A divulgação de que os investimentos diretos no país até outubro já superaram o total de 2024 reforçou o humor local, assim como a queda generalizada dos juros futuros.
No cenário interno, o Banco Central voltou ao centro das atenções. O presidente da autoridade monetária, Gabriel Galípolo, reafirmou no Senado que a autoridade monetária deve perseguir a meta central de inflação, de 3%, embora admita que não conseguirá cumpri-la até o fim de seu mandato.
Já o diretor de Política Monetária, Nilton David, afirmou que um novo aumento da taxa básica de juros, a Selic, não está no cenário-base.
Na Bolsa, Petrobras caiu 0,80% pressionada pelo recuo do petróleo, e PRIO recuou 2,65%. Em direção oposta, Vale avançou 0,78%, enquanto bancos fecharam em alta — Bradesco liderou, com 0,80%. O varejo também subiu, com Lojas Renner ganhando 0,86% na expectativa pela Black Friday.
Mercado externo
Lá fora, Wall Street voltou a subir, impulsionada por dados econômicos que podem sustentar um novo corte de juros pelo Federal Reserve, o banco central estadunidense, em dezembro. Vendas no varejo dos EUA vieram abaixo do esperado em setembro, enquanto o índice de preços ao produtor subiu em linha com as projeções.
O Dow Jones subiu 1,43%, aos 47.112,45 pontos; o S&P 500, +0,91%, aos 6.765,89 pontos; e o Nasdaq, +0,67%, aos 23.025,59 pontos.




