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O Ibovespa subiu 0,99% nesta quarta-feira (12), fechando aos 135.368 pontos, e voltou ao patamar dos 135 mil pela primeira vez em quase três semanas. O avanço foi sustentado por altas de Petrobras, bancos e empresas como Raízen e CVC. O volume financeiro, porém, foi modesto: R$ 17 bilhões.
O dólar caiu 0,79%, a R$ 5,52, favorecendo o mercado acionário. Destaques positivos incluíram Petrobras ON (+2,23%) e Bradesco ON (+1,64%). Já a Vale, ação de maior peso, recuou 0,14%, e a WEG liderou perdas, com queda de 8,01%.
Com a agenda esvaziada no Brasil, o foco continuou a ser o exterior e o anunciado tarifaço de Donald Trump, e os acordos que vêm sendo selados, como o recém anunciado pacto tarifário com o Japão.
Além disso, Trump voltou a criticar o presidente do Fed (Federal Reserve), Jerome Powell, acusando-o de “demorar demais” para cortar juros.
Em paralelo, empresas ligadas ao presidente norte-americano acionaram a Justiça dos EUA pedindo sanções contra ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), incluindo Alexandre de Moraes, por supostas violações de direitos humanos.
Mercado externo
Wall Street fechou em alta com otimismo em torno de negociações tarifárias dos EUA. S&P 500 e Nasdaq bateram recordes. Trump anunciou acordo com o Japão, reduzindo tarifas para 15%. Também houve avanços com Filipinas e Indonésia. Investidores agora aguardam possíveis acordos com União Europeia e China.
O Dow Jones subiu 1,14%, aos 45.010,29 pontos; o S&P 500, +0,78%, aos 6.358,91 pontos — no maior nível nominal histórico; e o Nasdaq, +0,61%, aos 21.020,02 pontos — no maior nível nominal histórico.
Fonte: ICL Notícias




