Lula fecha 2023 com alguns erros, muitos acertos e dados positivos na economia; polarização mantém avaliação do governo estável

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chega ao fim de 2023 – primeiro ano do seu terceiro mandato – com alguns erros e tropeços, muitos acertos e dados bastante positivos na economia brasileira.

O cenário bem melhor que o previsto no começo do ano não se reflete, porém, na aprovação do governo mensurada pelas pesquisas. Há dois motivos para isso: os efeitos positivos para a economia ainda não chegaram totalmente “na ponta”, e a polarização política se mantém inabalada.

Os erros do primeiro ano do mandato atual foram registrados principalmente no campo em que Lula costuma se sair muito bem: a política externa.

Lula tropeçou nos comentários sobre a guerra da Rússia contra a Ucrânia, a ponto de ser criticado publicamente pelos Estados Unidos e por líderes da União Europeia.

Depois, errou também nas declarações sobre o conflito Israel e Hamas – mas teve tempo para corrigir o tom.

Já os principais acertos se concentraram na área social e na economia, os dois setores mais importantes para a população brasileira.

O governo Lula 3 recriou o Bolsa Família e o Minha Casa, Minha Vida; corrigiu os rumos do Ministério da Saúde, e retomou a política de reajuste real do salário mínimo, que passa para R$ 1.412 a partir desta segunda-feira (1º).

São medidas que devem, na avaliação do governo, ter reflexos positivos na vida dos brasileiros a partir de 2024, com a consolidação dos programas sociais.

Economia superou as previsões

Na economia, os dados são muito melhores do que os previstos quando Lula tomou posse em 1º de janeiro de 2023.

O ano começou pesado, com a tentativa de golpe por bolsonaristas radicais que depredaram os prédios dos Três Poderes em Brasília indicando que Lula teria mais desafios do que imaginava no comando do Palácio do Planalto pela terceira vez – o que se refletiu em números pessimistas das previsões no começo do governo.

Doze meses depois, o país fecha o ano com:

  • um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) na casa dos 3%;
  • inflação abaixo do teto da meta, de 4,75%, pela primeira vez em três anos;
  • desemprego em 7,5% no mês de novembro, melhor resultado desde maio de 2015.

Além disso, a Bolsa fechou o ano batendo recordes e o dólar abaixo de R$ 5, em R$ 4,85.

Na avaliação da equipe de Lula, o encerramento de 2023 é um “grande presente de Natal” para o presidente da República.

O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, destaca que o governo venceu os radicais que tentaram um golpe, reformulou a área social, pacificou a relação com o Congresso Nacional e fez a economia voltar a crescer, com desemprego em queda e juros também sendo reduzidos.

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