spot_imgspot_img
26.3 C
Manaus
sexta-feira, fevereiro 13, 2026
spot_imgspot_img

Lula viaja para encontro da Celac em busca de consenso latino-americano contra políticas de Trump – Mundo – CartaCapital



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) viaja nesta terça-feira 8 para Honduras, onde vai participar, já na quarta-feira 9, da Cúpula de Chefes de Estado e de Governo da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac). O objetivo da participação no evento é estreitar relações com lideranças regionais, de olho nos riscos trazidos pela gestão do norte-americano Donald Trump à região.

Ao olhar para países da América Latina, o republicano vem adotando uma postura centrada em dois compromissos básicos: deportar imigrantes latinos considerados ilegais pelo governo e aplicar tarifas alfandegárias. 

Na semana passada, por exemplo, quase todos os países da América do Sul tiveram seus produtos taxados em 10%, mas há exceções. A Venezuela, por exemplo, foi taxada em 15%, enquanto a Guiana terá que amargar uma tarifa de 38%. O México escapou da nova rodada tarifária de Trump, mas vários dos seus produtos já são taxados em 25%.

A disputa tarifária não está na pauta da reunião, já que o documento foi elaborado antes do anúncio feito por Trump, mas o tema deverá dominar as discussões, em especial nos encontros reservados entre os presidentes. 

A Celac foi fundada em 2010 e reúne 33 países da América Latina e do Caribe. Apesar da proposta de unir os países em torno de pautas comuns, a comunidade acabou se esvaziando nos últimos anos. O governo Jair Bolsonaro (PL) chegou a retirar o País da Celac, mas, ao voltar à Presidência, Lula reverteu a decisão.

Devem participar do encontro ainda os presidentes do México, Claudia Sheinbaum, da Colômbia, Gustavo Petro, da Bolívia, Luis Arce, do Uruguai, Yamandú Orsi, de Cuba, Miguel Diáz-Canel, entre outros, segundo o governo hondurenho, que organiza a Cúpula dessa semana.

A América Latina no comando da ONU

Lula vai chegar a Honduras para tratar também de uma proposta de construir consenso em torno do nome da região que vai disputar a secretaria-geral da Organização das Nações Unidas (ONU) em 2026. Na semana passada, a secretária de América Latina do Ministério das Relações Exteriores, Gisela Padovan, confirmou o interesse.

“Na nossa proposta [de declaração da Celac] existe um parágrafo sobre isso. Nunca houve uma mulher secretária-geral da ONU, nós temos candidatas de grande peso político, intelectual e de liderança. Não haveria razão para não ser, mas vamos trabalhar isso com a Celac”, disse Padovan. 

Para suceder o português António Guterres, atual secretário-geral das Nações Unidas, outros dois nomes latino-americanos têm ganhado força: o da ex-presidente do Chile, Michelle Bachelet, e o da primeira-ministra de Barbados, Mia Mottley.



Por: Carta Capital

Toffoli deixa relatoria do caso Master após STF rejeitar suspeição

Por Cleber Lourenço Em reunião reservada iniciada às 16h30 desta quarta-feira (12), ministros...

Alckmin critica quebra de patentes de canetas emagrecedoras

Os projetos em tramitação...

Com mais temporários do que efetivos, rede estadual de SP deixa 40 mil professores sem aulas

Por Caroline Oliveira – Brasil de Fato  Aproximadamente 40 mil professores da rede...
-Patrocinador-spot_img

Amazonas Repórter

Tudo

Em seminário, TCE-AM apresenta resultados da implementação do Programa de Integridade

Concluindo a fase de implementação do Programa de Integridade para jurisdicionados, o Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM) realizou seminário com apresentação de resultados...