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quinta-feira, fevereiro 12, 2026
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Maior mancha solar de 2025 já é 11 vezes maior que a Terra


Conforme relatório divulgado pela Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA (NOAA), o Sol apresentou 140 manchas em abril – seis a mais do que os 134 eventos registrados em março. Uma delas tem chamado atenção por seu tamanho gigantesco: a mancha solar AR4079, formada ao longo da última semana, já é 11 vezes maior que a Terra.

Trata-se de um agrupamento de manchas solares tão grande quanto o planeta Júpiter, que pode ser vista até sem o uso de telescópio. No entanto, é essencial lembrar que olhar diretamente para o Sol sem proteção adequada pode causar danos irreversíveis à visão, como cegueira. Óculos próprios para eclipses são indispensáveis.

O que são manchas solares?

Manchas solares são regiões mais escuras e frias da superfície do Sol, causadas por intensa atividade magnética. Elas surgem quando o campo magnético solar se concentra em pontos específicos, bloqueando o calor que vem do interior da estrela. Com tamanhos e duração variados, essas áreas podem provocar fortes explosões, ejetando material solar para o espaço. 

Mesmo com seu tamanho assustador, a AR4079 tem se mostrado relativamente calma até agora. A região chegou a ter uma configuração magnética considerada mais perigosa (delta), mas foi reclassificada como beta-gama, com menor risco. Ainda assim, há chance de erupções solares moderadas (classe M) ou fortes (classe X). Por enquanto, só ocorreram explosões fracas (classe C e B).

Leia mais:

Imagem mostra dois núcleos escuros capazes de engolir a Terra e estruturas finas chamadas fibrilas. Crédito: Eduardo Schaberger Poupeau via Spaceweather.com

A atividade crescente do Sol indica que ainda estamos no chamado máximo solar, a fase mais intensa do Ciclo Solar 25. Essa etapa pode durar vários meses, antes de o Sol entrar num período mais tranquilo de atividade.

Na sexta-feira (2), o astrônomo amador Eduardo Schaberger Poupeau, da cidade de Rafaela, na Argentina, registrou imagens da mancha solar AR4079. Ele capturou dois núcleos escuros capazes de engolir a Terra e estruturas finas chamadas fibrilas, com até 20 mil km. 

Agitação das fibrilas indica erupção iminente. Crédito: Yvan trembley via Spaceweather.com

Quando essas fibrilas começam a se agitar (como na imagem acima, obtida pelo francês  Yvan Tremblay, em Versalhes), é sinal de que a mancha pode estar prestes a liberar uma erupção.




Fonte: Olhar Digital

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