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sexta-feira, abril 4, 2025
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Mercado financeiro e líderes globais reagem ao avanço das tarifas de Trump


Com cautela, os líderes globais e o mercado financeiro ainda começam a entender os anúncios de Donald Trump na escalada da guerra tarifária.

Mais cedo, o republicano apresentou uma série de tarifas recíprocas a 185 países, sendo o Brasil atingido por uma de 10%. Além disso, desde o dia 12 de março, todas as importações de aço e alumínio dos EUA são taxadas em 25%.

As bolsas americanas recuaram no pós-mercado depois do anúncio de Trump. O índice S&P 500, que reúne as 500 maiores empresas do índice, chegou a cair mais de 3%. A Nasdaq caiu mais de 5%.

Moedas como o peso mexicano e o dólar canadense também perderam força frente ao dólar americano como consequência das novas taxas.

Além da repercussão dos mercados, governantes também reagiram. O governo brasileiro lamentou a decisão de Trump e afirmou que procura defender os interesses dos produtores brasileiros.

O comunicado destaca ainda a aprovação do projeto de lei que dá poderes ao Executivo para responder a uma guerra tarifária. O Itamaraty afirmou que avalia todas as possibilidades de ação e destacou que segue aberto ao diálogo com a Casa Branca.

As taxas contra a União Europeia ficaram em 20%. Dentro do bloco, a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, afirmou que espera trabalhar com os americanos para evitar uma guerra comercial.

O Reino Unido, de forma incisiva, afirmou que tem diversas ferramentas à disposição e não vai hesitar em reagir. Mesmo assim, os britânicos reforçaram que estão abertos à negociação para atingir um acordo com Washington. O país será taxado em 10%.

Na Ásia, a China prometeu que vai contra-atacar as tarifas de Trump. Os sul-coreanos pediram uma reunião de emergência para discutir uma reação apropriada.

Um dos maiores parceiros comerciais dos americanos, o Canadá afirmou que vai responder às tarifas de Trump nesta quinta. O premiê do país, Mark Carney, disse que irá agir com força contra o ataque e que as tarifas mudam fundamentalmente o sistema de comércio internacional, mas reconheceu que o anúncio “preservou parte dos relacionamentos” entre os dois países.

* com informações de João Nakamura, da CNN



Fonte: CNN Brasil

Amazonas Repórter

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