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Milhares de pessoas acompanham funeral do Papa Francisco, no Vaticano


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O funeral do papa Francisco, que realizado neste sábado (26), reúne 50 chefes de Estado e 10 representantes da realeza no Vaticano. A Santa Sé anunciou que 130 delegações estrangeiras confirmaram presença.

Entre os chefes de estado, estão Javier Milei, presidente da Argentina, país onde nasceu o papa, Lula e Donald Trump.

A praça ficou em silêncio enquanto os sinos da Basílica de São Pedro tocavam antes do funeral do papa.

Cardeais e dignitários tomaram seus assentos na praça após momentos individuais de oração em frente ao seu caixão.

Dezenas de milhares de pessoas que lotaram as ruas ao redor da basílica estão acompanhando os procedimentos em telões enquanto helicópteros e drones sobrevoam.

As agências de notícias estão relatando que Trump, o presidente dos EUA, prestou homenagem ao Papa Francisco em seu caixão após chegar ao Vaticano para o funeral.

Imagens de televisão também mostraram a chegada do presidente Lula.

O papa Francisco faleceu rapidamente após um derrame na manhã de segunda-feira (21). De acordo com o chefe da equipe médica do pontífice, Sergio Alfieri, em entrevistas publicadas nesta quinta-feira (24), ele não sofreu e não havia nada que os médicos pudessem ter feito para salvar sua vida.

Sergio Alfieri relatou que recebeu um telefonema por volta das 5h30 da manhã de segunda-feira (21), no horário local, para ir rapidamente ao Vaticano e chegou cerca de 20 minutos depois. Alfieri, que é médico do hospital Gemelli, em Roma, supervisionou o tratamento do papa durante a internação para tratar pneumonia bilateral no início de 2025.

“Entrei em seu quarto e ele [Francisco] estava com os olhos abertos”, contou o médico ao jornal italiano Corriere della Sera. “Confirmei que não havia problemas respiratórios. Tentei chamá-lo pelo nome, mas ele não me respondeu. Naquele momento, eu soube que não havia mais nada a fazer. Ele estava em coma”, complementou o médico.

Alfieri também afirmou ao jornal La Repubblica, que “ele morreu sem sofrimento e em casa” e contou que algumas autoridades que estavam com o papa sugeriram transferi-lo imediatamente ao hospital. “Ele teria morrido no caminho. Fazendo uma tomografia, teríamos um diagnóstico mais exato, mas nada mais. Foi um daqueles derrames que, em uma hora, te levam embora”, explicou.

 



Fonte: ICL Notícias

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