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sexta-feira, abril 4, 2025
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MP aguarda extradição de outra colombiana que roubou criptomoedas de brasileiros




O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) aguarda a extradição de outra colombiana suspeita de roubar criptomoedas e contas bancárias de brasileiros.

Até um médico dos Estados Unidos no Brasil pode ter entrado para a lista de vítimas de uma organização criminosa, que utilizava o método do “Boa Noite, Cinderela” em suas vítimas.

A prática consistia em agendar encontros com as vítimas por meio de aplicativos. Durante os encontros românticos, as colombianas dopavam seus alvos e então procediam a acessar suas contas bancárias e de criptomoedas.

Na ação, o Ministério Público apura a quantidade de vítimas, qual valor roubado e os mecanismos utilizados pela organização criminosa, que contava com membros no Brasil também.

Outra colombiana deve ser extraditada ao Brasil após roubar criptomoedas de brasileiros

De acordo com informações divulgadas pelo G1 RJ, o MPRJ já conseguiu verificar que a suspeita Karen Bedoya está presa em Medelín, na Colômbia.

Ela é uma das cúmplices de outra colombiana, Angie Paola Parra Hoyos, presa ao tentar embarcar em um aeroporto internacional. Angie tinha um mandado de prisão em aberto na Interpol, pelos crimes cometidos no Brasil.

O governo da Colômbia colaborou com o Brasil e já enviou Angie para o país, e ela segue presa no Complexo de Gericinó, no Rio de Janeiro.

Agora, os trâmites para que Karen Dahyana Vásquez Bedoya também chegue ao país para responder pelos seus crimes já estão em andamento. De acordo com o El Tiempo, ela está presa desde outubro de 2024.

A defesa das colombianas ainda não se manifestou publicamente sobre o caso, que envolve um grande esquema golpista contra investidores brasileiros.

Colombianas diziam a alvos que pretendiam operar no mercado cripto

Além de roubar as contas bancárias e de criptomoedas das vítimas, as colombianas e seus cúmplices podem ter levado computadores e celulares em sua posse, após a prática do crime de estelionato.

O MPRJ apurou que as colombianas se apresentavam para vítimas com nomes diferentes dos seus. Nos contatos com os alvos, elas diziam ter interesse em aprender a investir em criptomoedas.

Assim, um advogado do Rio convidou Angie em fevereiro de 2023 para sua casa, encontro que não terminou como ele imaginava. Após beber e perder a consciência, ele percebeu que não tinha mais seu celular. Além disso, sumiram da sua conta bancária R$ 3,2 mil, além de outros US$ 23 mil em criptomoedas, avaliadas em 130 mil reais na época do ocorrido.

As autoridades brasileiras contam com apoio da Interpol e das autoridades da Colômbia no caso.





Fonte: Livecoins

Amazonas Repórter

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