Reunião realizada nesta manhã, com representantes de secretarias municipais e estaduais, definiu passo a passo a ser oficializado em nota técnica
O acolhimento socioassistencial de pacientes com alta hospitalar, mas em situação de vulnerabilidade social, passará a seguir um fluxo oficial de atendimento. A iniciativa é do Ministério Público do Amazonas (MPAM), juntamente com secretarias estaduais — Saúde (SES), Assistência Social (Seas) e Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc) — e municipais — Mulher, Assistência Social e Cidadania (Semasc) e Saúde (Semsa).
Apresentado em reunião na manhã desta terça-feira (09/09), na sede da Procuradoria-Geral de Justiça, o fluxo partirá de uma avaliação inicial, via Projeto Terapêutico Singular (PTS), da SES, seguido de encaminhamentos aos equipamentos socioassistenciais de acordo com os seguintes cenários:
- Com família a ser trabalhada – À Semasc, para acolhimento pelos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e de Referência Especializado de Assistência Social (Creas);
- Sem rede familiar – Aos Serviços de Acolhimento Emergencial (SAE) Gecilda Albano Peçanha ou de Acolhimento Institucional (SAI) Amine Daou, da Semasc; à Casa Jacamim, da Seas; ou à Fundação Municipal Dr. Thomas.




