Recentemente, surgiram discussões sobre as possíveis implicações de uma situação hipotética em que o ex-presidente Donald Trump poderia desconectar o Brasil do Sistema de Posicionamento Global (GPS) em meio a tensões entre os líderes dos EUA e do Brasil. Apoiadores de Bolsonaro nos EUA estão supostamente pressionando por medidas tão drásticas, o que poderia causar caos no Brasil devido à dependência do GPS em vários setores, incluindo transporte, aviação, navegação e agricultura.
No entanto, especialistas acreditam que o risco de perder o acesso ao GPS é mínimo. O GPS, sistema desenvolvido pelos EUA na década de 1970, foi disponibilizado para uso global, mas é apenas um dos vários sistemas de posicionamento por satélite disponíveis hoje. Além do GPS, existem sistemas operados pela Rússia, União Europeia, China, Índia e Japão. Se os EUA descontinuassem o serviço do GPS, os dispositivos se conectariam automaticamente a sistemas globais alternativos, garantindo a funcionalidade contínua de smartphones, aviação, atividades marítimas e máquinas agrícolas.
Além disso, o Brasil tem planos de desenvolver seu próprio sistema de posicionamento por satélite para reduzir a dependência de entidades estrangeiras. No entanto, mesmo no caso de um desligamento do GPS pelos EUA, as operações diárias no Brasil permaneceriam inalteradas, pois os usuários simplesmente mudariam para outros sistemas compatíveis. Em última análise, os especialistas asseguram que os brasileiros não precisam se preocupar com tal cenário afetando seus serviços de localização.




