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Polícia apreende adolescentes sob suspeita de promover ataques pela internet


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Por Francisco Lima Neto

(Folhapress) – A Polícia Civil de São Paulo cumpriu oito mandados de internação de menores investigados sob suspeita de cometerem crimes articulados em plataformas pela internet.

As internações fazem parte da segunda fase da Operação Nix, que investiga grupos responsáveis por ataques a pessoas em situação de rua e animais abandonados.

A investigação começou em novembro de 2024, com a criação do Noad (Núcleo de Observação e Análise Digital), voltado para apuração de crimes em ambientes virtuais.

A ação contou com apoio da Polícia Civil dos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Santa Catarina, Pará, Pernambuco, além do Distrito Federal. Além das internações, foram cumpridos 22 mandados de busca e apreensão. No total, 64 equipamentos eletrônicos foram encontrados e serão encaminhados para a perícia.

Um dos adolescentes, de 17 anos, apontado como um dos líderes, foi apreendido em Santo Antônio de Pádua, no Rio de Janeiro. Ele também é suspeito de fatos análogos a estupro e bullying.

Polícia apreende adolescentes sob suspeita de promover ataques pela internet

De acordo com as investigações, o adolescente e outro participante induziram uma jovem a beber produtos químicos e cometeram estupro virtual contra uma criança de 12 anos. O jovem também é investigado sob suspeita de induzir crianças à automutilação e executar animais com transmissão ao vivo pela internet.

Durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão, os agentes localizaram o jovem em sua residência, onde também foi apreendido um aparelho celular.

Entre os investigados há ainda um menor de idade que mora na França. Ele é apontado como um dos principais financiadores dos ataques. Segundo a apuração, ele se aproveitaria da própria condição financeira para custear ações criminosas organizadas em grupos fechados na plataforma Discord.

Crimes pela internet

A investigação já dura cerca de oito meses e deve ter novas fases. Segundo os agentes do Noad, conhecidos como observadores digitais, o grupo se reorganiza constantemente em subgrupos — chamados de panelas — dentro da rede social, o que exige acompanhamento contínuo das autoridades.

Para a delegada e coordenadora do núcleo, Lisandréa Salvariego, “a operação Nix corrobora a necessidade de investigações contínuas dada a transnacionalidade do crime tanto em relação aos autores como às vítimas”.

“São ações extremamente absurdas. Muitas das vezes, os pais não têm ideia que o filho é o idealizador dessa violência, manipulando as vítimas a realizarem os ataques, ou é a própria vítima”, completou a delegada.





Fonte: ICL Notícias

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