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sexta-feira, fevereiro 13, 2026
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Polícia Civil apreende R$ 260 mil em criptomoedas durante operação no Sul do Brasil


A Polícia Civil do Rio Grande do Sul deflagrou a Operação Timeo nos últimos dias, apreendendo criptomoedas e bloqueando dinheiro dos suspeitos. Os investigados estavam na mira da PCRS após cometer crimes de estelionato contra empresários donos de garagens de carros.

Além disso, os suspeitos operavam um esquema de lavagem de dinheiro do fruto dos crimes de estelionato contra os empresários.

Durante a ação deflagrada na manhã do dia 16 de abril, uma pessoa estava com porte de arma de fogo sem a devida autorização.

Polícia Civil deflagrou operação que apreendeu criptomoedas em várias cidades, inclusive na capital do Rio Grande do Sul

A PCRS enviou cerca de 60 agentes para cumprir 11 mandados judiciais de busca e apreensão contra suspeitos dos crimes. Cinco ocorreram em Novo Hamburgo, um em São Leopoldo, dois em Portão, um em Cachoeirinha, um em Porto Alegre e um em Imbé.

A Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) de São Leopoldo foi a responsável por deflagrar a operação.

Em nota, a polícia civil declarou que durante a Operação Timeo, houve ainda a decretação de bloqueios bancários contra 11 investigados. O valor total dos bloqueios estava em R$ 13,3 milhões.

Já em criptomoedas, houve o sequestro de R$ 260 mil, valores convertidos para Real. As autoridades não divulgaram como sequestraram os valores em criptomoedas, nem onde estavam e muito menos qual a moeda digital utilizada pelos criminosos.

Suspeitos já estavam presos e mantinham operações da prisão

Cidades como Estância Velha, Novo Hamburgo, Ivoti, Sapiranga e Portão estão entre os locais onde os empresários foram vítimas das ameaças. Todas as vítimas possuem empresas do ramo de compra e venda de veículos, as populares “garagens”, e tinham de pagar para os criminosos para não sofrerem ataques em suas empresas.

Assim, a nova fase da investigação mira dez pessoas físicas e uma empresa. Todas possuem vínculos com detentos que já haviam sido presos preventivamente durante a Operação Timeo, em etapa anterior.

Segundo a polícia, os investigados já se encontram recolhidos no sistema prisional e são apontados como responsáveis por dar continuidade às movimentações financeiras, mesmo após as prisões.

As apurações seguem em andamento e podem revelar um esquema mais amplo de articulação criminosa envolvendo extorsão e ocultação de valores.

A nova operação mostra que o crime organizado segue operando na mira das autoridades, e mesmo quando se envolvem com criptomoedas, o maior valor segue transitando no sistema bancário tradicional, utilizando contas de laranjas.





Fonte: Livecoins

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