Preta Gil morre aos 50 anos após longa e corajosa batalha contra câncer

A cantora, atriz e empresária Preta Maria Gadelha Gil Moreira, de 50 anos, faleceu hoje nos Estados Unidos, após complicações em seu tratamento contra câncer colorretal. A informação foi confirmada por sua equipe.

Diagnosticada com a doença em janeiro de 2023, Preta passou por intensa luta. Foi submetida a cirurgia no Hospital Sírio-Libanês em São Paulo, quimioterapia, radioterapia e momentos críticos, incluindo internação em UTI. Após remissão inicial, o câncer recidivou em 2024, espalhando-se por linfonodos, peritônio e ureter. Realizou nova cirurgia e passou a utilizar bolsa de colostomia.

Em março de 2025, Preta viajou aos EUA em busca de tratamentos experimentais, esgotando opções disponíveis no Brasil . No entanto, durante uma sessão de quimioterapia na última quarta-feira (16/07), houve piora em seu quadro e, segundo fontes, ela faleceu no domingo (20/07), já em solo americano.

Preta era filha do ícone da MPB Gilberto Gil e de Sandra Gadelha, sobrinha de Caetano Veloso e afilhada de Gal Costa. Deixou o legado de activism e representatividade como mulher preta bissexual, engajada contra o racismo, gordofobia, homofobia e em prol dos direitos LGBTQIA+.

Ela deixa seu filho Francisco Gil, de 30 anos, músico que integra o grupo Gilsons, e a neta Sol de Maria, de 9 anos. Fontes relatam que seu pai, Gilberto Gil, teve um pico de pressão arterial ao receber a notícia, demonstrando a gravidade do momento.

Legado e Repercussão

Carreira multifacetada
Preta lançou quatro álbuns de estúdio — Prêt-à Porter (2003), Preta (2005), Sou Como Sou (2012) e Todas as Cores (2017) — além de DVDs e hits marcantes como “Sinais de Fogo”, “Vá se Benzer” e “Decote” (com Pabllo Vittar) . Também era conhecida por seu trabalho como atriz, apresentadora de TV e empresária à frente da agência Mynd/Music2Mynd.

Ativismo e representatividade

Ao longo da carreira, Preta utilizou sua visibilidade para combater preconceitos. Falou abertamente sobre ser gorda, negra e pansexual, afirmando-se com orgulho, e rompeu tabus ao compartilhar sua experiência com a colostomia para ajudar outras pessoas em situações semelhantes.

Homenagens

Nas redes sociais, celebridades e fãs lamentam sua partida. Carolina Dieckmann viajou aos EUA para acompanhar o tratamento e deve participar do velório, conforme colunas de Fábia Oliveira.

A assessoria da família deve emitir uma nota oficial nas próximas horas, com informações sobre cerimônia de despedida e possíveis homenagens públicas. A comunidade cultural aguarda ainda mais manifestações de apoio e reconhecimento à trajetória de Preta.

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