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Queda na popularidade de Lula é responsabilidade de todos os ministros, diz Sidônio – Política – CartaCapital



O ministro-chefe da Secom, Sidônio Palmeira, afirmou nesta quinta-feira 3 que a queda na popularidade do presidente Lula (PT) não se deve apenas a falhas de comunicação. Para ele, a responsabilidade é compartilhada por todos os integrantes da Esplanada dos Ministérios. Sidônio disse ainda não se eximir de culpa, mesmo ciente de que os “problemas” vêm de gestões anteriores à sua.

As declarações foram feitas após o evento Brasil Dando a Volta por Cima, promovido pelo Palácio do Planalto em um auditório de Brasília. A iniciativa teve como objetivo divulgar as realizações do governo petista e contrastá-las com a administração anterior.

“Não tem nada de eu me isentar da questão da popularidade. Acho que a impopularidade é responsabilidade de todos os ministros, de todas as áreas — área política, gestão, comunicação, todo mundo. E isso não tem absolutamente nenhum problema”, afirmou Sidônio a jornalistas.

Uma pesquisa Genial/Quaest divulgada na terça-feira 2 mostrou que a desaprovação a Lula subiu e chegou a 56%, o pior índice desde o início do atual mandato. É também a primeira vez que a reprovação ultrapassa a marca de 50%. O levantamento ouviu 2.004 pessoas de 16 anos ou mais em todo o Brasil, entre os dias 27 e 31 de março.

O titular da Secom defendeu a realização do evento como uma forma de informar a população sobre as ações do governo, e negou que a intenção fosse recuperar a popularidade do presidente. “É uma prestação de contas. Eu, como ministro, não penso em campanha política, não quero dizer isso. Eu penso no governo, objetivamente nisso.”

Questionado sobre as críticas à dificuldade de recuperação da imagem do governo, Sidônio afirmou que seu papel como ministro é comunicar as ações da gestão federal e garantir que os cidadãos saibam como acessar os programas públicos. “Se todo mundo estiver bem informado, acho que estou cumprindo meu trabalho”, concluiu.

Durante seu discurso no evento, Lula evitou citar diretamente o nome de Jair Bolsonaro, mas fez comparações com a gestão passada. “A sensação que tive [ao voltar à Presidência] foi a de uma pessoa que retorna para casa depois de muito tempo e, no lugar da casa, encontra apenas ruínas. A mesma sensação de um trabalhador rural que volta ao campo para plantar e só encontra terra arrasada. Depois de muito trabalho, organizamos a casa”, declarou.



Por: Carta Capital

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