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Tarifa contra o Brasil não será adiada


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Com informações da AFP

O governo dos Estados Unidos confirmou neste domingo a manutenção do prazo de 1º de agosto para a imposição de novas tarifas a seus parceiros comerciais, incluindo o Brasil. A declaração foi feita pelo secretário de Comércio, Howard Lutnick, em entrevista à Fox News, e divulgada pelo perfil oficial da Casa Branca.

“Não haverá prorrogação nem mais períodos de carência. Em 1º de agosto as tarifas serão fixadas. Entrarão em vigor. As alfândegas começarão a arrecadar o dinheiro”, declarou Lutnick à Fox News.

Apesar da entrada em vigor das tarifas, o presidente Donald Trump, atualmente em negociação com a União Europeia na Escócia, manterá as portas abertas para acordos, segundo o secretário. Até o momento, apenas Grã-Bretanha, Vietnã, Indonésia, Filipinas e Japão firmaram acordos comerciais com a administração Trump, com tarifas que superam os 10% aplicados desde abril, mas ainda abaixo dos níveis ameaçados por Trump.

Nova base legal para a tarifa contra o Brasil

O governo Trump está elaborando uma nova declaração de emergência para justificar a tarifa de 50% anunciada para o Brasil. A medida, ainda não definitiva, é necessária porque a balança comercial dos EUA com o Brasil é superavitária para os americanos, o que difere da situação dos demais países que sofreram sobretaxas, onde os EUA registravam déficits comerciais.

A potencial taxa de 50%, com previsão de entrada em vigor em 1º de agosto, é alegada por Trump, entre outros argumentos, como uma resposta a uma suposta “caça às bruxas” contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e sua família pelo governo brasileiro. A carta enviada ao Brasil com a ameaça tarifária também menciona “censura a redes sociais dos EUA”.

Paralelamente, Washington abriu uma investigação contra o Brasil por supostas práticas desleais, citando a censura a “big techs” e o impacto do Pix, além de preocupações com o mercado popular da Rua 25 de Março e o mercado de etanol.

Senadores democratas criticam

As tarifas recíprocas originais de Trump, impostas sob o ato de Poderes Econômicos de Emergência Internacional, basearam-se em déficits comerciais “grandes e persistentes”. No entanto, o Brasil se destaca como exceção entre os países com superávits comerciais em bens com os Estados Unidos que foram afetados.

Um grupo de senadores democratas, incluindo Jeanne Shaheen e Tim Kaine, escreveu ao governo Trump no início desta semana para expressar “preocupações significativas sobre o claro abuso de poder inerente à sua recente ameaça de lançar uma guerra comercial com o Brasil” para apoiar Bolsonaro. Eles alertaram que “interferir no sistema jurídico de outra nação soberana cria um precedente perigoso, provoca uma guerra comercial desnecessária e coloca os cidadãos e as empresas americanas em risco de retaliação”.





Fonte: ICL Notícias

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