Ex-candidatas fazem pressão por construção de ‘Casa da Mulher’ no Amazonas

Carol Braz, Anne Moura e Cristiane Balieiro convidaram a ministra da Mulher para visitar o Estado; visita ficou pré-agendada para o dia 14 de abril

A defensora pública Carol Braz, que foi candidata ao governo em 2022 pelo PDT, e as ex-candidatas a vice-governadora Anne Moura (PT) e Cristiane Balieiro (PSB) estiveram com a ministra da Mulher, Cida Gonçalves, nesta terça-feira (28), em Brasília (DF).

Na ocasião, a ministra foi convidada a visitar o Amazonas. A vinda de Aparecida foi pré-agendada para 14 de abril.

O trio está em Brasília para participar do lançamento de uma campanha de combate à violência política contra as mulheres e conseguiu uma agenda com a ministra para cobrar a construção da Casa da Mulher Brasileira (CMB) no Amazonas.

Segundo Carol Braz, a construção da CMB estaria sob a responsabilidade do Governo do Estado, que recebeu emendas federais para isso quando ela era secretária estadual (da Sejusc). O Estado deveria fazer uma contrapartida para iniciar o processo licitatório, mas não fez o aporte até agora.

“Quando eu fui secretária de Justiça, em 2020, eu consegui R$ 10 milhões em recursos da bancada federal. O recurso caiu em setembro de 2020 na conta do Estado e até hoje o governo não fez nem o processo licitatório”, explicou.

A defensora alerta que, se essa licitação não for realizada dentro do prazo, o Estado vai perder a verba.

“Tinha um prazo até dezembro [de 2022], mas foi prorrogado até junho deste ano. O nosso desespero é que, se o Estado continuar inerte, não teremos Casa da Mulher Brasileira e o recurso vai voltar. Então, por isso nós nos unimos e viemos falar com a ministra e convidamos ela para estar no Amazonas, fazendo junto conosco essa cobrança ao governo para a construção”, disse Carol Braz.

A coluna pediu um posicionamento da Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc) e aguarda resposta.

A Casa da Mulher Brasileira concentra, num mesmo espaço, serviços especializados para os mais diversos tipos de violência contra as mulheres: acolhimento e triagem; apoio psicossocial; delegacia; Juizado; Ministério Público, Defensoria Pública; promoção de autonomia econômica; cuidado das crianças – brinquedoteca; alojamento de passagem e central de transportes

A construção das casas foi sugestão da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investigou a situação da violência contra a mulher no Brasil que funcionou no Congresso Nacional em 2013. A ação foi incorporada pelo governo federal em 2015, durante a gestão de Dilma Rousseff (PT).

Com informações do site: www.simenao.com.br

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