Museus da Funarj aderem à rede antirracista do Instituto Pretos Novos


A Fundação Anita Mantuano de Artes do Estado do Rio de Janeiro (Funarj) aderiu ao Programa de Museus Antirracistas do Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos (IPN – Museu Memorial). A informação foi dada nesta terça-feira (13) pela Funarj, que considera a adesão um marco inédito entre os equipamentos culturais do estado, “por incorporar de forma estruturada a perspectiva antirracista nas práticas museais e institucionais”.

A adesão envolve os seguintes museus da Funarj:

  • Museu Antonio Parreiras (Niterói);
  • Museu do Ingá (Niterói);
  • Museu Carmen Miranda (Flamengo, zona sul do Rio);
  • Casa de Oliveira Vianna (Niterói);
  • Casa da Marquesa de Santos (São Cristóvão, zona norte do Rio);
  • e Casa de Euclides da Cunha (Cantagalo).

O Programa de Museus Antirracistas do IPN tem o objetivo de ir além das narrativas expositivas, trazendo essa perspectiva para as políticas de gestão, a formação das equipes e as ações institucionais desenvolvidas pelos museus participantes.

A ideia é promover reflexões estruturais e a implementação de mudanças que contribuam de fato para a equidade étnico-racial no setor cultural.

A partir da adesão ao Programa, a Funarj passa a integrar uma rede dedicada à promoção da equidade étnico-racial, à valorização das tradições afro-indígenas e ao fortalecimento de políticas culturais antirracistas.

 


13/01/2026 Rio de Janeiro -  Funarj passa a integrar o Programa de Museus Antirracistas do IPN. Em Cantagalo, a Casa Euclides da Cunha agora integra o programa de museus antirracistas.  Foto: divulgação/Funarj
13/01/2026 Rio de Janeiro -  Funarj passa a integrar o Programa de Museus Antirracistas do IPN. Em Cantagalo, a Casa Euclides da Cunha agora integra o programa de museus antirracistas.  Foto: divulgação/Funarj

Casa Euclides da Cunha, em Cantagalo, no interior do Rio, agora integra o programa de museus antirracistas. Foto: divulgação/Funarj

Avanço

Na avaliação do coordenador de museus da Funarj, Wallace Almeida, a participação da instituição no Programa representa um avanço na gestão cultural e “um avanço institucional no fortalecimento de práticas alinhadas à equidade e à diversidade no campo museal”.

“Trata-se de uma iniciativa que contribui para a qualificação da gestão, da formação das equipes e das ações culturais, reafirmando o papel dos museus públicos como espaços de diálogo, memória e responsabilidade social”, comentou.

Na Funarj, o programa contará com seminários, oficinas e ações formativas voltadas à reflexão, ao intercâmbio de experiências e ao fortalecimento de práticas institucionais comprometidas com o enfrentamento ao racismo, destacou a assessoria de imprensa da fundação.



Agência Brasil

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