Itaú defende autocustódia de Bitcoin




O Itaú, maior banco da América Latina, saiu em defesa da autocustódia de Bitcoin. As falas foram ditas por José Augusto de Azevedo Antunes, Head de Ativos Digitais do Itaú, durante evento realizado nesta terça-feira (1º).

Na palestra, Guto também falou sobre a chegada das CBDCs (Moedas Digitais de Bancos Centrais) e a influência dos EUA na migração para esse mercado financeiro digital.

No entanto, também destaca que “o público jovem é protagonista”, ou seja, as criptomoedas e outros ativos digitais terão cada vez mais demanda devido à sociedade estar cada vez mais conectada à internet.

Itaú fala sobre autocustódia de Bitcoin e outros pontos-chave do mercado

Trabalhando com criptomoedas desde 2023 através do Itaú Digital Assets, o banco Itaú revelou que já mantém R$ 1,7 bilhão em criptomoedas como Bitcoin e Ethereum em sua custódia.

Em palestra realizada nesta terça-feira (1º), Guto Azevedo, Head de Ativos Digitais do Itaú, saiu em defesa de que os clientes do banco sejam livres para fazer a autocustódia de suas criptomoedas caso desejem. No entanto, destaca que a regulação ainda é um problema.

“Somos a favor de que o cliente tem que escolher qual é a melhor forma para ele guardar […] mas regulação é algo que a gente leva muito a sério […] e existem regulações ligadas à prevenção de lavagem de dinheiro que a gente segue.”

Em outro trecho, Guto fala sobre cumprimento de regras internacionais sobre lavagem de dinheiro, bem como sobre regulações lançadas pelo BCB.

“A gente quer fazer tudo do jeito certinho, sempre alinhado Banco Central”, continuou Guto. “O objetivo aqui é não ter atos ilícitos. Mas é um desafio.”

O Itaú juntou-se a Associação Brasileira de Criptomoedas (ABCripto) em 2023, atuando ao lado de corretoras nacionais e outros grandes nomes como Mastercard, KPMG, Chainalysis e Delloite.

Head de ativos digitais do Itaú fala sobre EUA, CBDC e mais

Seguindo a conversa, Guto Azevedo, Head de ativos digitais do Itaú, também abordou temas mais amplos do mercado financeiro digital. Um dos destaques é a chegada das Moedas Digitais de Bancos Centrais (CBDCs), como o Drex no Brasil.

“Ela permite a gente fazer tudo solução aí infraestrutura é maravilhosa.”

“Algumas vão servir para pagamentos, outras vão servir para transferências, outras vão poder servir eventualmente para troca de reservas entre bancos lá fora”, comentou Guto. “Tudo isso aconteceu a partir do posicionamento do governo americano em relação ao tema […] o que o governo vai anunciar nos próximos três quatro meses nos Estados Unidos vai impactar todo o mercado toda infraestrutura que a gente vai usar.”

Enquanto o Drex segue em fase de testes no Brasil, com o próprio Itaú sendo um dos participantes, os EUA baniram a criação do dólar digital no país. A principal crítica contra essas CBDCs é justamente a falta de transparência.





Fonte: Livecoins

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