Olhar do Amanhã: o cibercrime na era das IAs


Como fica a cibersegurança com golpes cada vez mais precisos? E como a computação quântica impactará esse cenário?

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Um estudo acaba de apontar sérias vulnerabilidades nos aplicativos WhatsApp e Telegram. Segundo a pesquisa da empresa de cibersegurança ISH Tecnologia, ataques do tipo zero-click são utilizados para espionar usuários sem necessidade de qualquer interação com o dispositivo. Essa técnica permite que hackers invadam celulares sem que a vítima precise clicar em links maliciosos, tornando a detecção ainda mais difícil.

A investigação da ISH identificou o uso de spywares avançados, como o Graphite, da empresa israelense Paragon Solutions. Esse software explora falhas nos aplicativos de mensagens para infiltrar códigos maliciosos, muitas vezes através de arquivos aparentemente inofensivos, como PDFs e imagens.

Como um spyware funciona? Como fica a cibersegurança em tempos de IA? Assuntos para o Dr. Alvaro Machado Dias, neurocientista, futurista e colunista do Olhar Digital News.


Bruno Capozzi

Bruno Capozzi é jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e mestre em Ciências Sociais pela PUC-SP, tendo como foco a pesquisa de redes sociais e tecnologia.




Fonte: Olhar Digital

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