‘Sou coronel e deputado’, diz parlamentar do PL ao ser barrado no Supremo



Vídeos que circulam nas redes sociais mostram o parlamentar Coronel Meira visivelmente exaltado (Composição: Lucas Oliveira/Cenarium)

25 de março de 2025

Marcela Leiros – Da Cenarium

MANAUS (AM) – Ao ser barrado pela segurança no Supremo Tribunal Federal (STF), nesta terça-feira, 25, o deputado federal Coronel Meira (PL/PE) proferiu xingamentos na entrada do plenário onde ocorre o julgamento da denúncia contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros sete.

Vídeos que circulam nas redes sociais mostram o parlamentar visivelmente exaltado. Meira chega, inclusive, a proferir palavrões contra os integrantes e funcionários do local. O motivo da confusão foi porque Meira precisou ficar de fora do julgamento e, segundo ele, foi realocado em uma sala no quarto andar do prédio.

Sou coronel, sou deputado, tem que me respeitar nessa p, ou me respeita ou me respeita. Meteram a gente num galinheiro lá em cima, amigo, quarto andar. ‘Não, já tá lotado’. Vá se f, p*”, disse.

Leia também: ‘Tentativa é fato punível por lei’, diz Gonet sobre denúncia julgada no STF
Julgamento no STF

Os cinco ministros da Primeira Turma do STF começaram a analisar a denúncia oferecida pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-presidente da República Jair Bolsonaro (PL), e outros sete auxiliares, acusados de cinco crimes, entre eles tentativa de golpe de Estado e organização criminosa armada, nos ataques de 8 de janeiro de 2023. Caso a denúncia seja acatada, os oito viram réus e irão responder a ações penais.

Na denúncia apresentada ao STF, no dia 18 de fevereiro deste ano, a PGR aponta Bolsonaro como o líder do chamado “Núcleo 1” ou “grupo crucial” na trama para impedir a posse do presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PL) após as eleições de 2022.

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, relacionou os ataques às urnas eletrônicas, os protestos em estradas e em frente aos quartéis, assim como o plano para assassinar Lula, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro Alexandre de Moraes, relator da investigação, como parte das estratégias do grupo.

Além do ex-presidente, constam na denúncia:

  • Ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), hoje deputado federal Alexandre Ramagem;
  • Ex-comandante da Marinha, Almir Garnier Santos;
  • Ex-ministro da Justiça, Anderson Gustavo Torres;
  • Ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, general Augusto Heleno Ribeiro;
  • Ex-ajudante de Ordens de Bolsonaro, coronel Mauro Cesar Barbosa Cid;
  • Ex-ministro da Defesa, general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira;
  • Ex-ministro da Defesa e candidato a vice na chapa de Bolsonaro em 2022, general Walter Souza Braga Netto.
Leia também: STF analisa denúncia por cinco crimes contra Bolsonaro e outros sete



Fonte: Agência Cenarium

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